Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais

PROJETO DE ANÁLISE DE CONJUNTURA INTERNACIONAL

O Programa realiza atividades de pesquisa e extensão. No âmbito da pesquisa, há em andamento dois projetos:

Análise de conjuntura em Relações Internacionais. Abordagens e processos

Os resultados da pesquisa estão sendo publicados em livro, sob o mesmo título pelo selo Cultura Acadêmica, vinculado à Editora Unesp.

Crise do ciclo progressista na América Latina e renovação do debate sobre Esquerda e Direita

Objetivos:

•         Analisar o processo que associa as mudanças políticas na Argentina, Brasil e Venezuela a uma crise do chamado ciclo progressista na América Latina, em que a atualização e projeção de forças de direita adquire relevância.

•         Adotar uma perspectiva que envolva significados internacionais mais amplos, apontando para as interlocuções com a direita dos Estados Unidos; as polarizações nesse país e na Europa alimentadas pela profusão de movimentos de indignados com a crise econômica deflagrada em 2008 e a crescente desigualdade. Exemplos dessa polarização se revelam na emergência das candidaturas presidenciais de Sanders e Trump como reação crítica ao establishment nos partidos Republicano e Democrata; o surgimento de organizações de esquerda como PODEMOS na Espanha e de direita na Alemanha, Áustria….

•         Associar essa problemática ao debate sobre os novos significados do neoliberalismo como razão hegemônica e da crise da Democracia Representativa como referência tanto das novas esquerdas como direitas, destacando um elemento socioeconômico que alimenta esses processos, a quarta revolução industrial, com forte impacto no desemprego estrutural e nas preocupações dentro do establishment com a viabilidade do capitalismo e a busca de saídas dentro do sistema.

Abordagem:

•         Analisar como a partir de situações concretas de crise em determinados países, surgem interpretações associadas a interesses hegemônicos e subalternos, com interlocuções desde o nacional ao internacional, mas não como política externa orientada pelo Estado, mas como formação de correntes de opinião e intervenção por meio de partidos, movimentos, think tanks.

•         Nessa direção, coloca-se a seguinte questão como síntese das motivações intelectuais do projeto: Como interpretar as diversas situações nacionais se vistas em perspectiva global de um mal-estar sistêmico generalizado que busca expressão política e não se identifica com a oferta existente?

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